Vencedor da edição de 2018

Vencedor da edição de 2018 2019-11-13T11:47:21+00:00

SINOPSE
O espectador entra numa sala de cinema e deseja acreditar. Que apareceu no Oeste uma mulher misteriosa a quem nunca ninguém conseguiu dar imagem. Que, na mesma altura, Maria Rosa Fernandes, mãe solteira, tentava afirmar-se como produtora de vinho. A história destas duas mulheres cruza-se num caminho nebuloso, e acaba por transformar o carácter de toda a região, conduzindo-a ao que é hoje. Com o uso de material documental, o filme pretende dar forma à história, propondo ao espectador que se questione sobre o lugar do real, mas também que se lembre que, num dado momento, como em todas as ficções, acreditou.

EQUIPA
argumento, realização, montagem . LÚCIA PIRES
assistência de realização . DUARTE LIMA
imagem . ANA ISABEL MARIZ
assistência de imagem . ADRIANA CARVALHO, MARTA SOARES
cor . PEDRO MARQUES
efeitos . MARIA MENDES
captação de som . RAQUEL GONÇALVES
mistura som . RAFAEL GONÇALVES CARDOSO
maquilhagem, figurinos . MARGARIDA MARQUES
produção . ANA RAMALHO
assistência de produção . INÊS SÁ FRIAS, LEONOR PEREIRA

Lúcia Pires
Nota Biográfica

Trás-os-Montes, 1988
Com percurso prévio em ciências, em 2014 licenciou-se em Cinema – Realização, na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, onde participou em vários projetos como realizadora e montadora, incluindo a curta de ficção Primária, de Hugo Pedro. Em 2012, realizou a sua primeira curta-metragem, Peixes, e em 2014, o documentário Bilhó em noite feliz, exibido no Panorama 2015 – Mostra de Documentário Português.
Profissionalmente, o seu percurso passa por Cinema, Televisão e Teatro. De 2014 a 2015, trabalhou como montadora na produtora de cinema RosaFilmes, com a orientação de Joaquim Sapinho. Em 2016, produziu a série documental Paraíso, em exibição na RTP 2, produção Filmes do Tejo II, realização de Graça Castanheira. Em 2017, montou O TURNO DA NOITE, de Hugo Pedro, curta-metragem de ficção produzida pela Leopardo Filmes; produziu o trabalho de teatro GERTRUDE – O GRITO, texto de Howard Barker e encenação de Maria Duarte; escreveu e realizou o filme FAUNA, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação GDA, com exibição e menção honrosa na edição 2018 do festival IndieLisboa. Em 2018, trabalhou como produtora e atriz no trabalho de teatro DEMOCRACIA (É DIVERTIDA!), textos de Agustina Bessa-Luís e Thomas Bernhard e encenação de Maria Duarte; integrou como atriz no grupo de teatro de Letras sob a tutela de Ávila Costa; trabalhou como produtora no trabalho de teatro, O ETERNO DEBATE, filmado para a RTP 2, de Teresa Coutinho; e como produtora do trabalho de teatro A BALADA DE AMOR E MORTE DO PORTA-ESTANDARTE CHRISTOPH RILKE, texto de Rainer Maria Rike, encenação de Maria Duarte, integrado no festival Temps D’Images 2018.
Em 2019, participou na montagem de uma curta-metragem de Rui Esperança, OS INÚTEIS, integrante na Competição Nacional do IndieLisboa 2019; escreveu a peça de teatro CAÍDAS DO TETO, a partir d’O Ano da Morte de Ricardo Reis, de José Saramago; escreveu a peça de teatro A MANCHA, integrada na 4ª edição do Laboratório de Escrita para Teatro do D. Maria II.